quarta-feira, 18 de novembro de 2009

[Personagem] Sam Starck (parte 2)

Estava tão cansado, do duro dia que tive que poucos minutos debaixo daquela arvore foram suficientes para que eu cai-se num sono profundo, apesar de nas primeiras horas de sono eu acordava muito por ter pesadelos, das terríveis imagens que não saio de minha mente, no fim acabei conseguindo dormir um pouco.

Por volta de umas 7horas da manha eu acordei, o céu estava limpo e claro, o sol brilhava ainda fraco aquecendo a terra e a grama úmida do orvalho. Na verdade não acordei, fui acordado, por uma musica alta, era um ritmo alegre com tambores e cornetas, e a voz de muitas pessoas cantando junto. Os pássaros voavam das arvores assustados, e alguns esquilos corriam apreçados para suas tocas nas arvores, não que a musica fosse ruim, pelo contrario, mas estava muito alta e certamente os animais ali não estavam familiarizados com tanto alarde. Levantei ainda meio tonto de sono , esfregando os olhos para tentar enxergar melhor e espantar um pouco do sono e quando olhei pra estrada avistei os responsáveis por tanta algazarra.

Vinha pelas estrada uma caravana de ciganos, haviam muitas carroças e algum comboios puxados por cavalos que apesar de não serem de raça eram bonitos e bem tratados e pareciam estar acostumados com a cantoria pois não se assustavam, em volta das carroças lindas mulheres dançavam e cantavam, os homens que estavam em cima das carroças batiam palmas no ritmo dos tambores, logo atrás vinha a banda com tambores, cornetas, pandeiros e alguns instrumentos de corda. Logo uma das mulheres que vinha dançando a frente avistou-me e veio em minha direção correndo. Era uma linda mulher, seus cabelos eram negros como a noite, sua pele era clara e seus olhos da cor do mel, era visivelmente uns 15 anos mais velha que eu e seu corpo era de causar inveja em muitas donzelas.

- Eii garoto, o que faz sozinho nessa estrada?!

- Estou indo para Valorian, parei apenas pra dormir

- Valorian?! Você vai levar uns 10 dias pra chegar se for a pé, e se tiver sorte, pois essas estradas são muito perigosas para um garotinho andar sozinho- Ela fazia um cafuné com a mão em minha canha cabeça enquanto falava.

- Não tenho escolha tenho que ir, e já vou se não se importa – Passei a Mão em minha mochila e já a colocava nas costas para partir, mas ela falou dinovo

- Espera, pra que tanta pressa, Onde estão seus pais? - Ela realmente parecia preocupada, talvez a caravana tivesse passado pela vila e visto o massacre.

- Mortos, estão todos mortos, toda minha família, só eu sobrevivi – Nesse momento meus olhos começaram a encher-se de lagrimas, tentei segura o choro mas não deu.

A mulher ajoelhou-se e me deu um forte abraço, era tudo que eu queria no momento, um abraço , um colo minha mãe...Todos meus esforços para conter o pranto foram inútil depois desse abraço foi impossível seguram a correnteza de lagrimas. Ela me pegou no colo e me levou em direção à caravana.84152400

-Venha não tenha medo, vou te levar ate o nosso líder, o cigano Ravier, você vai ver ele é um cara bem legal, talvez ele deixe você viajar com agente.

Ela passou comigo no colo por um monte de gente que estava ali dançando e foi ate uma carruagem, era bem grande e bonita, na porta havia dois homens com espadas impedindo a passagem, mas ela falou uma palavra que não entendi muito bem, mas parecia ser uma senha, em seguida disse que queria falar com Ravier. Um dos homens entrou na carruagem e a chamou, levando-a ate o tal Ravier.

-Ravier! Ravier, veja acabo de encontra esse garoto durmindo sozinho na estrada, parece que ele é o único sobrevivente daquela vila que passamos – Enquanto falava ela me colocou de pé no chão ao seu lado.

O cigano levantou-se de sua cadeira, uma espécie de trono, e veio em direção há mim, eu senti um pouco de medo e agarrei-me às pernas da cigana.

-Não tenha medo garoto, vamos diga qual seu nome?- O homem foi agachando-se para ficar na minha altura enquanto perguntava.

Aos poucos fui perdendo o medo e soltando de vagar a mulher.

-Ss...Sa...Sam! Meu nome é San! – ainda com um pouco de receio e aos poucos perdendo o medo eu respondi.

Ele pediu para que eu conta-se o que havia acontecido naquela vila, e eu contei tudo o que sabia. No fim de toda historia ele disse:

-Com certeza é o exercito do As De Espadas, ele vem atacando e saqueando vilas a alguns anos, já dominou quase todo o leste e agora vem em direção ao sul, Ele pretende dominar todo o continente de Falecia. – Ele parecia ter certeza de que era o As de Espadas que cometeu aquela barbaria, e parecia conhecê-lo bem, mas eu ainda estava meio confuso.

-Pelo visto você não tem mais família, então doravante esta será sua nova família, você vivera em nossa caravana, com os ciganos, e eu serei como um pai pra você. –O homem levantou-se e virou-se de costas para mim e para a moça. – Leve este garoto para tomar banho e comer, ele deve estar faminto, depois apresente ele para o resto da caravana, pois agora ele é um de nos

Eu não tinha outra escolha, e ali parecia um bom lugar, não que eles fossem substituir minha antiga família, mas pelo menos eu teria comida,bebida e proteção. Foi com essa nova família que eu passei mais 12 anos da minha vida, ali aprendi a ser um Bardo, contar historias, brandir espadas, beber cerveja e cortejar garotas.

Crônica Narrativa

AMOR É PROSA, SEXO É POESIA

Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon:
- Teu artigo sobre amor deu o maior auê... – me diz uma delas.
- Aquele das mulheres raspadinhas também... Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra.
- Nada... – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy... não consigo evitar... Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney... Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo...
Uma delas (solteira e lírica) me diz:
- Sexo e amor são a mesma coisa...
A outra (casada e prática) retruca:
- Não são a mesma coisa não...
Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa.
O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para o autor.

Arnaldo Jabor

Crônica Comentário

SEJA UM IDIOTA

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Arnaldo Jabor

Cronica Lirica

Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Arnaldo Jabor

Crônica

Bom eu teria que escrever uma cronica e postar aqui no blog, mas salvo engano acho que o meu post do dia 26 de agosto ''O fantastico (ou nao) dia do aniversario" é uma crnônica portanto quem nao leu leia la ^^

sábado, 14 de novembro de 2009

[personagem] Sam Starck (parte= 1)

Lambda lambda lambda nerds!!.

Essa eh a primeira parte da historia do meu personagen(se eh que haveram outras partes xD) bom a historia eh escrita em primeeira pessoa pois trata-se de um diario de aventura, escrito pelo propio personagens. A historia tem apenas começo, o fim pode ser que nunca chegue, a historia pode parar donada, digamos apenas que o personagem morreu em suas aventuras e nao pode acabar de escrever, talvez ainda Sam morra, mas seu livro pode ser encontrado por outra pessoa e continuado pelas maos de outro autor, ou simplismente nao quero mais escrevver ...Mas em todo caso ai esta a primeira parte, trata-se da infancia de Sam, a segunda que se der tempo ainda posto conta como Sam foi encontrado por uma caravana de ciganos, onde foi criado por 8 anos, aprendendo a ser um bardo. a terceira conta a primeira aventura de Sam

Meu nome é Sam Starck, sou um jovem bardo que acaba de sair pelo mundo em busca de grandes aventuras e grandes historias. Para que eu não me esqueça de nenhuma historia, ou para o caso de eu morrer e para que elas não se percam, resolvi escrever o que seria um diário de aventuras, contando os detalhes de minha jornada.

Uma breve historia do passado

Minha família era muito rica e famosa, vivíamos todos em uma vila com o nome que dera origem ao meu sobrenome, Starck. Todos os moradores da vila pertenciam à minha família, vivíamos todos juntos, pai,mãe,avós,tios,tias e demais parentes.Era uma regra da família que todos da vila deveriam ser da família, e que ninguém poderia casar-se com outras pessoas que não fossem parentes.Devido a essa lei, nossos casamentos já eram marcado 2 ou 3 anos após nosso nascimento, mas há um grande problema quando cruzam-se varias gerações de uma mesma família.Doenças, as doenças hereditárias ficam cada vez mais freqüentes, e no caso da família Starck há duas doenças muito freqüentes, uma faz com que a maioria das mulheres morram durante o parto, a outra não é exatamente uma doença, mas uma marca, uma marca que assemelha-se a uma pata de urso, geralmente nas costas na altura do ombro, a pele nessa marca e muito franca tornando qualquer dano nessa região preocupante.

Com minha mãe não foi diferente, ela morreu logo que nasci, durante o parto, por isso fui criado por meu pai e minha tia. Logo aos meus 2 anos de idade meu pai havia decidido que eu me casaria com minha prima Rebeca, e ali naquela vila rebeca e eu passamos 8 anos,passávamos a maior parte de tempo juntos e esperávamos ansiosamente o dia do nosso casamento que no mais tarda aconteceria em 5 anos.

Na manha do meu aniversario de 8 anos eu fiz o que fazia todos os anos nessa data, acordar cedo sai para pegar as flores mais belas da redondeza e levar-las ao tumulo de minha mãe, eu sempre colhia flores amais para dar à Rebeca. E assim passei a manhã e quase a tarde toda, ao voltar para a vila teve uma enorme surpresa... A vila estava totalmente destruída, as casas pegavam fogo, haviam corpos e sangue espalhados por todas as partes.Por um minuto eu parei em estado de choque, tentava não acreditar no que meus olhos captavam, meus batimentos cardíacos começaram a acelerar-se e descompassar, minha garganta secou-se como se fizesse dias que não bebia água, minhas pernas tremiam e por pouco não me derrubaram e meus olhos enchiam-se de lagrimas, as lagrimas mal começaram a cair quando me libertei do choque, larguei rapidamente as flores no chão e comecei a correr, minhas pernas que outrora encontravam-se tremulas puseram-se a correr como jamais haviam corrido antes.

Procurei por sobreviventes em todos os lugares, mas meus esforços foram em vão não havia sobrado ninguém, mas por outro lado notei que os corpos de algumas pessoas não estavam ali entre os mortos, como era o caso de minha tia, rebeca e no Maximo outras 10 pessoas que me lembrava. Por um momento meu coração se encheu de esperança, pensando que essas pessoas poderiam ter sobrevivido e fugido.Algum tempo depois resolvi ir embora dali, fui em direção a capital do Reinado Valorian, que não distava muito dali, apenas uns 10 dias de caminhada. Após andar algumas horas acabei parando para dormi, embaixo de uma arvore próximo à estrada.

Vida longa e prospera \\//_

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O ano em que meus pais saíram de férias

Post sobre o filme " O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias"

O filme conta a historia de um garoto, fanático por futebol, e que seus pais se opunham á ditadura militar. O garoto morava em Belo Horizonte mas os seus pais tinha que se mudar, pois estavam sendo perseguidos pelos militares, mas não contaram isso para o filho, diziam que iam viajar de férias e que o garoto ficaria na casa do avó em São Paulo.
O garoto e deixado pelos pais na porta da casa do avó, e os pais prometem voltar antes do inicio da copa do mundo de 70, tudo já estava combinado, mas um imprevisto acontece.O avó do garoto morre e os pais dele não ficam sabendo, assim ele fica sozinho esperando na porta da casa. Mais tarde o garoto passa a viver com o vizinho do seu avo que era judeu e o menino acaba virando adepto da religião. Na nova cidade o garoto faz, amigos, brinca, mas nunca perde a esperança de receber um telefonema dos pais.
Em fim a Copa do mundo começa, mas nada dos pais do garoto aparecerem.Os jornais mostram noticias da luta dos militares contra os opositores do regime militar.Por fim no fim da copa a mãe do menino volta, com a noticia de que o pai dele havia morrido e que eles tinha que se exilar.

Bom o filme mostra da por intermedio da Historia desse garoto um período triste da historia do Brasil, a dita dura militar.E serve para entendermos melhor como foi esse período e como era a vida das pessoas naquela época